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Por que sua empresa deve se preocupar com Fotografia Gastronômica?

Pense no seguinte: Se sua empresa usou os melhores ingredientes, o melhor cozinheiro e suas técnicas, vai colocar tudo a perder com um trabalho fotográfico amador?

Se sua empresa deseja causar efeito de desejo, com as imagens de seus pratos, é imprescindível contar com um bom profissional, equipamentos e processos específicos.

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Video Marketing: Um minuto de vídeo vale mais que 1.8 milhões de palavras!

Video Marketing é um dos melhores caminhos para aumentar sua credibilidade e alcançar novos clientes.

Veja todos os detalhes sobre Video Marketing no infográfico logo abaixo.

Você já percebeu que cada vez mais pessoas estão utilizando vídeo como um canal de comunicação?

Os motivos para usar vídeo no seu arsenal de marketing são grandes, e esse infográfico irá nos mostrar o porquê, como fazer video marketing e algumas dicas para otimização de vídeos em email e mobile.

Veja algumas estatísticas abaixo sobre Video Marketing:

  • Mais de 1 bilhão de usuários visitam o YouTube a cada mês, gastando mais de 4 bilhões de horas assistindo a vídeos;
  • Resultados de buscas de vídeos tem uma taxa de cliques 41% maior do que resultados de buscas de textos simples;
  • Vídeos no email marketing podem aumentar as taxas de cliques em até 96%;

Pensando na importância do assunto, o Viver de Blog produziu um rico infográfico com absolutamente tudo sobre Video Marketing.

Clique aqui ou na imagem abaixo para baixar uma versão em alta qualidade desse infográfico:

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Fonte Viver de Blog

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“Fotografia é uma língua estrangeira que todo mundo acha que sabe falar”

No Brasil a convite da SP Arte Foto, Sarah Meister falou sobre arte fotográfica e ‘selfies’

fotografia conquistou seu lugar definitivo no mapa das artes, e o Brasil, seu espaço no mapa mundial da fotografia. É o que defende a 9a edição da SP Arte Foto (17 a 23 de agosto), a maior feira de foto da América Latina, voltada à difusão da produção brasileira e internacional junto ao público. Com uma seleção de 31 expositores de cinco estados do país, incluindo galerias, editoras e livrarias, o evento trouxe a São Paulo uma das maiores especialistas no assunto: a curadora Sarah Meister, da equipe de fotografia do MoMA de Nova York – que tantos parâmetros dita no mundo sobre arte moderna.

Há 18 anos integrando o time curatorial do MoMA, Sarah vem se aproximando do Brasil e do resto da América Latina com a missão de captar os maiores talentos regionais da fotografia. Já esteve em São Paulo e no Rio de Janeiro algumas vezes para visitar as Bienais de Arte e, a partir de viagens cada vez mais frequentes, está “construindo relações e um mapa mental próprio das artes locais”. Assim, entre uma viagem e outra, cresce a lista de artistas brasileiros do museu, que já conta um time de primeira: Thomaz Farkas, Gaspar Gasparian, Rosângela Rennó, Vik Muniz, Claudia Andujar, Mário Cravo Neto, Sebastião Salgado e Alair Gomes, entre outros.

A curadora, mesmo rodeada de grandes nomes da fotografia artística, não torce o nariz para o boomfotográfico que nos rodeia nos dias atuais e inclusive se declara entusiasta das selfies – “desde que eram feitas com câmera analógica”. Defensora das mulheres, “que na fotografia se expressam como em nenhum outro meio artístico”, sabe bem que seu trabalho é diferenciar o que merece ir para a parede e o que não: “Faz total diferença estar diante de uma fotografia emoldurada do que só vê-la através de uma tela. Por isso, é essencial que os museus existam e as colecionem, para que as pessoas sejam transformadas por elas – ainda que isso soe ingênuo”.

Pergunta. Como é ser curadora de fotografia em um dos museus mais cobiçados do mundo por tanto tempo?

Resposta. Nem em um milhão de anos achei que eu ainda estaria no MoMA, 18 anos depois de entrar lá. Mas meu trabalho continua mudando e me desafiando. Qualquer lugar em que você tem a oportunidade de aprender tanto e expandir o que acha que sabe sobre a história da fotografia ou qualquer outra coisa é um emprego de sorte. À medida que você se desenvolve como curador, vai ganhando certa independência, o que é maravilhoso. Tive a chance de organizar alguns projetos sozinha e outros em parceria com meus colegas, e todos foram enriquecedores. Uma característica forte da equipe do MoMA é não fazer as coisas pela metade. Você dá tudo de si, faz a lição de casa e determina um patamar a ser alcançado com cada ideia, que seja compreensível e ao mesmo tempo inspirador para o público.

P. A fotografia mudou nesses anos incrivelmente. Há uma marca em especial que o museu deseja imprimir nessa área?

O NEGÓCIO DA ARTE

SP Arte Foto no JK Iguatemi.
SP Arte Foto no JK Iguatemi. CAMILA MORAES

C.M.

Braço da SP Arte, a maior feira de arte da América Latina, idealizada pela ex-advogada carioca Fernanda Feitosa, a SP Arte Foto se tornou o principal palco artístico da fotografia brasileira. Com a presença de 31 expositores de cinco estados do país em sua recém-finalizada nona edição, o evento quer reconhecer a fotografia como base da produção artística contemporânea e, com isso, vem evidenciando grandes fotógrafos nacionais, do passado e do presente.

A missão é reunir, em um único espaço, fotógrafos, galeristas e público final, num jogo que trata de equilibrar negócios, formação e networking. Segundo Fernanda Feitosa, ainda que tenha um mercado de arte jovem, que existe na prática dos anos 50 para cá, o Brasil está no mapa mundial do setor, fotografia incluída. Além de colocar seu grãozinho de areia, Fernanda acredita que “o próprio tempo tem contribuído para isso, ao lado de uma maior comunicabilidade graças à internet”.

Vivendo um “período em que o Brasil está saindo da moda”, depois de anos em que a situação era exatamente oposta, ela, que também responde pela curadoria da feira, diz que usa sensibilidade para captar os trabalhos que julga mais relevantes. Representados por suas respectivas galerias, foram exibidos na última edição os brasileiros Christian Cravo, Cristiano Mascaro, Alair Gomes, Leonora de Barros, Sofia Borges, Héctor Zamorra, Germán Lorca e vários outros expoentes nacionais.

Fernanda não teme a crise econômica já instalada no país e acredita no potencial de São Paulo como a capital latino-americana do mercado de arte. “Queremos transformar a cidade pela arte, assim como aconteceu como outras capitais, como Miami e Instambul”, afirma. Para alcançar seu objetivo, diz, ela prefere contar com medidas favoráveis ao negócio, “como a queda de barreiras alfandegárias”, mais do que com um novo frenesi internacional sobre o Brasil. Até porque ele não se deixa antever, ao menos não em um futuro próximo.

R. Acho que não existe uma só coisa que o MoMA queria fazer. Mas eu diria que, na grande exposição de fotografia que produzimos para retratar novas conquistas na arte fotográfica, incluindo nomes novos e antigos, domésticos ou internacionais, um dos objetivos do curador-chefe do museu, Quentin Bajac, tem sido dar mais espaço aos artistas. Tanto que essa exposição, que era anual, agora acontece a cada dois anos. Com isso, queremos estar à altura dessas em mudanças na fotografia. Não é possível captar em pouco tempo as novidades, essas novas fronteiras. Há tanta prática contemporânea que precisa de calma para ser compreendida… Por isso, Bajac reconhece que temos que dar a artistas que trabalham com fotografia, reconhecendo-se como fotógrafos ou não, esse espaço.

P. Você esteve na SP Arte Foto deste ano para falar sobre Brasil e América Latina no panorama da fotografia mundial. Que retrato você faz da região nesse contexto?

R. Uma das coisas que conversamos na feira é o que o MoMA tem feito com artistas brasileiros e latino-americanos – ainda que, por mais orgulhosa que esteja do que já fizemos, eu tenha total ciência de que há muito por fazer. Como museu, algo que nos diferencia é querer realmente ampliar o diálogo que já existe e apoiar continuamente essa produção, coisa que fazemos com um investimento que nossos apoiadores reconhecem como essencial para ser uma instituição global. Dessa maneira, não caímos no erro de olhar para uma obra de arte latino-americana e dizer algo como “ah, isso parece algo feito em Nova York há 20 anos”. Queremos entender as motivações e os fatores particulares que fazem com que cada trabalho seja do jeito que é. Julgá-lo em seus próprios termos.

P. Em termos de estilo, é possível falar em fotografia latino-americana?

R. Quanto mais estudo a região, mais concluo que esse termo não faz nenhum sentido. Inclusive no presente, em que os voos entre as capitais da América Latina são abundantes e mais baratos do que eram no passado e a informação circula. Estou chocada como a modernidade se constrói discretamente, em cada país, à sua maneira, respondendo às suas próprias circunstâncias geográficas, políticas, históricas e artísticas – mesmo em tempos de forte globalização. Temos nos esforçado para viajar para descobrir o que faz da arte de cada lugar tão específica. Como no caso do Chile, por exemplo, em que as diferentes manifestações artísticas são tão ligadas à literatura, como poucos lugares no mundo. Para entender isso, conversamos não só com os artistas, mas com escritores, curadores etc. Da mesma maneira, não gosto de falar de fotografia nova-iorquina. Prefiro falar em fotografia feita em Nova York, porque é uma maneira de celebrar a diversidade do assunto.

P. Mas é possível falar em uma qualidade patente, a seu ver, já que o número de fotógrafos latino-americanos que fazem parte dos acervos do MoMA está crescendo?

R. Sem dúvida. E espero que continue crescendo. Temos uma iniciativa de pesquisa no museu chamada CMIP, que tornou possível para nós criar um fluxo talentos internacionais em todas as áreas, não somente fotografia. Temos uma tradição maior em artes plásticas latino-americanas, mas queremos que tudo converse e represente a região de uma maneira mais ampla, além de construir uma rede. O MoMA é uma das raras instituições que apoia a ideia pura de pesquisa, não pensando somente em pesquisar material para a próxima exposição. Graças a isso, hoje posso dizer que tenho amigos de fato aqui em São Paulo, com quem converso sempre e troco ideias.

P. O que você opina sobre o fato de que hoje todo mundo é fotógrafo?

R. [Risos] Faço minha a frase de um fotógrafo norte-americano chamado Philip-Lorca diCorcia, que disse: “Fotografia é uma língua estrangeira que todo mundo acha que sabe falar”.

P. Isso não soa muito tolerante.

R. Acho que você tem razão [risos]. Em certo nível, todo mundo é fotógrafo e, ainda assim, se você realmente acredita no potencial do meio, não há uma relação de um para um entre o que uma foto retrata e o que ela significa. Esse entendimento da diferença entre o tema de uma foto e a intenção artística por trás dela – que pode ter a ver com o tema ou não – muda um pouco as coisas. Uma foto do meu cachorro no meu celular opera em um nível diferente do que fazem fotógrafos com intenções artísticas sérias, expressando-se através da fotografia. Dito isso, vivemos um ótimo momento na fotografia, porque todos tiram fotos, e o tema está em voga. O bom é que as pessoas também andam interessadas na materialidade da imagem, em sua apresentação, em suas características físicas. Isso, a meu ver, está relacionado com a enxurrada de imagens que vem às nossas telas nos dias de hoje e que são materiais. Outra coisa que noto é um interesse dos jovens na história da fotografia, em sua espinha teórica. Tudo isso me dá uma grande esperança para o futuro, porque acredito na relevância da fotografia também como objeto estético. Faz total diferença estar diante de uma fotografia emoldurada do que só vê-la através de uma tela. Por isso, é essencial que os museus existam e as colecionem, para que as pessoas sejam transformadas por elas – ainda que isso soe ingênuo.

P. E as selfies? Incomodam você?

Não acho que as selfies sejam um mal em si. Meu marido brinca comigo dizendo que tiro selfies desde que ele me conhece”

R. Há pessoas que fazem ótimas selfies! Não vou negar, ainda que não seja uma delas. Fico feliz com qualquer coisa que ajude as pessoas a se interessar pelo mundo ao seu redor. O que me desanima é quando alguém nem olha para o lugar onde está e, em lugar disso, caminha com um celular voltado para si para fazer uma foto. Vivi isso no México no ano passado: duas meninas caminhando pelas ruínas astecas fazendo foto de si mesmas e nem aí para as ruínas! É uma pena. É substituir o real interesse nas coisas. Mas não tem que ser assim. Não acho que as selfies sejam um mal em si. Meu marido brinca comigo dizendo que tiro selfiesdesde que ele me conhece, desde a velha câmera analógica. Na minha vida pessoal, a fotografia é uma maneira de recordar.

P. Voltando à fotografia profissional, você adquiriu recentemente fotos do Alair Gomes, um dos destaques desta SP Arte Foto, para o MoMA. O que atrai você no trabalho desse fotógrafo fluminense cujo trabalho, nos anos 70 e 80, continha grande carga erótica?

R. A primeira vez que eu lembro de ter sido tocada por um entusiasmo generalizado com as fotos dele foi na Bienal de São Paulo, em 2012. Lembro de ter conversado com um colega meu sobre ele, e a ambos seu trabalho pareceu incrível. As impressões antigas dele são bem difíceis de encontrar. Localizamos um colecionador de suas fotos no Rio de Janeiro, e fui lá conversar com ele. Escolhemos uma, que era a que mais queríamos adquirir para o museu, e ele gentilmente nos ofereceu uma segunda. O Alair é um exemplo entre os brasileiros no MoMA, e esperamos ter muito mais.

Sonatina, década de 70. Gelatina e prata sobre papel.
Sonatina, década de 70. Gelatina e prata sobre papel. ALAIR GOMES GALERIA BERGAMIN & GOMIDE

P. O fotojornalismo brasileiro tem fama de ser inovador. Você teve a oportunidade de conhecer trabalhos nessa área?

R. Não. Conheço pessoas como Germán Lorca, que era fotojornalista e também tinha um trabalho autoral. Estou começando a entender como as duas coisas se relacionam, e sei que essas separações entre o que é arte e o que não nem sempre se justificam. Estou mais familiarizada com o que se convencionou chamar de fotografia artística – pensada desde o começo com a intenção de ser arte –, mas as intenções do MoMA vão muito além disso. Vejo as fotos do Marc Ferrez e penso para mim mesma: “Esse é o Eugène Atget do Brasil”. E ele fazia fotos comerciais, muito boas por sinal, porém com essa ambição profissional. Acho que você pode ser um fotojornalista e fazer boas fotos que encaixam em um museu.

P. Por causa da presença da câmera, a fotografia é uma arte que pode trazer surpresas, não?

R. Qualquer um pode chegar a fazer ao menos uma boa foto. No MoMA, tendemos a não colecionar o trabalho de artistas no início de carreira, tratando de observar primeiro aonde eles vão, se o que fazem é parte de uma visão ou ambição mais ampla ou o que torna a contribuição deles única. É um desafio. Acabo de ver o livro de fotos de um pintor, cujos cliques no Instagram são maravilhosos. Vejo como uma exploração pessoal, privada. É preciso estar num museu? Não sei. Mas isso não significa, nem de longe, que não tenha valor.

P. O que você opina sobre a presença de mulheres na fotografia, em relação a outras formas de arte, como a literatura – em que há mais autores publicados do que autoras?

Você não precisa de homens para compor um viés histórico da fotografia. Não há outra arte capaz contar sua própria história exclusivamente pelo trabalho de artistas mulheres. Só a fotografia”

R. Na minha opinião, a fotografia é o meio artístico feminino por excelência. Fizemos uma mostra em 2010 no MoMA chamada Pictures by Women – A history of modern photography[Fotografias feitas por mulheres – Uma história da fotografia moderna]. Nela, percebi que não há outra arte capaz contar sua própria história exclusivamente pelo trabalho de artistas mulheres. Você não conta uma história da literatura só com obras de autoras, infelizmente. Isso não significa que não haja ótimos fotógrafos homens. Mas você não precisa deles para compor um viés histórico. Acho que isso se deve a que as mulheres puderam ser fotógrafas, porque isso não era visto como algo que ia contra a função feminina na sociedade. Até certo nível, você quer ser cego em relação ao gênero de quem faz arte, porque você quer se ater à obra. Por outro lado, fico animada quando vejo uma bela fotografia e descubro que o autor é uma mulher que ainda por cima tem um trabalho incrível. Como curadora, toda chance que eu tenho de valorizar o trabalho de uma fotógrafa, eu abraço.

P. Você é fotógrafa, além de curadora?

R. Eu era fotógrafa, até aprender o suficiente sobre fotografia para deixar de ser. Entendi a diferença entre o que fazia e o que artistas de verdade fazem. Trabalhar num lugar como o MoMA é uma experiência de humildade. Você vive rodeado de obras de arte que inspiram as pessoas. Faço meu trabalho, que é prestar atenção nisso.

Matéria de Camila Moraes – El País

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Qual a importância de uma boa imagem  nas mídias sociais?

Já se ouviu dizer por aí que imagens são o combustível das mídias sociais, porém, a verdade é que as imagens sempre foram o combustível de qualquer marketing, porque se for para pensar bem, as imagens chamam a atenção em propagandas em outdoor, em jornais e revistas, principalmente na televisão. E assim não seria diferente quando tudo isso chegasse na internet, para as mídias digitais.

Redes sociais de imagens como Pinterest e Instagram crescem cada vez mais com mais usuários e com mais imagens todos os dias. Isso não pode passar despercebido pelos publicitários.

Imagens com impacto

A própria imagem já é um impacto em si. Muitas pessoas reagem melhor a imagens em postagens do que textos em si. Imagens são muito mais compartilhadas em redes sociais do que textos. Isso porque as imagens chamam mais atenção e são muito mais fáceis para compreensão.

A pessoas também dão muito mais importância a sites e blogs que utilizam em suas postagens imagens do que outros que não utilizam. É quase como se desse um formato mais profissional na postagem.

Claro, além de tudo isso, ditados se tornam ditados pois dizem algo que é verdadeiro, por isso não se deve desmerecer o ditado: uma imagem vale mais do que mil palavras.

Nas redes sociais, são muito mais visualizadas as postagens que possuem imagens do que as que não possuem, isso justamente porque elas chamam atenção de uma forma que o texto sozinho não consegue.

Para escolher as imagens certas para se realizar um trabalho de mídias sociais mais completo é preciso escolher uma imagem de qualidade profissional, uma imagem de qualidade de fotografia profissional ou até uma imagem de design profissional, de qualquer forma, uma imagem profissional terá muito mais vantagem sobre uma imagem que seja menos profissional na concorrência de mídia digital.

 

 

 

 


15 Motivos para você dar mais atenção as fotos de perfil nas mídias sociais

1 – Acessibilidade

De acordo com especialistas no mercado de trabalho, uma foto profissionalmente elaborada, por profissionais que lidam especificamente com esse nicho, pode aumentar em até 65% as chances de alguém ler na integra uma mensagem ou um currículo de um indivíduo.

Logo, a importância de uma foto de perfil, seja ela para fins profissionais ou para divulgação em mídia social, tem muito a ver com a quantidade de pessoas que a visualizam, pois pode garantir bem mais que o dobro do acesso de uma simples descrição destituída de imagem. Isso se dá, entre outros motivos, pela dificuldade que se tem nos tempos atuais de se debruçar sobre um texto, fazendo com que uma imagem facilite a decisão.

2 – Atrair

Muitos profissionais em psicologia já se debruçaram sobre essa questão, a de saber por que uma foto pode ser tão atrativa. Para alguns há, imediatamente, uma sensação de familiaridade, de que está diante de algo familiar e que, portanto, não precisar temer.

Já para uma corrente mais esotérica, a importância de uma foto de perfil tem a ver com a energia transmitida pela imagem, principalmente, através do olhar que, segundo esses, teria um poder natural de atração, desde que conduzido profissionalmente para esse objetivo.

3 – Despertar Curiosidade

Sem sombra de dúvidas é uma das grandes vantagens utilizadas pelo mercado de trabalho, em relação às fotos que são publicadas, principalmente, em  mídia social. É o caráter de curiosidade que ela desperta, pois, imediatamente, surge uma espécie de ligação entre a imagem e o negócio executado pelo indivíduo.

Por isso, de acordo com fotógrafos especializados no chamado Branding, ou marketing de valorização pessoal, uma boa foto de perfil, deve conseguir estampar no indivíduo a característica do negócio que pretende representar.

 

 

4 – Transmitir Segurança

Sem dúvida, há uma sensível diferença entre exibir ou não uma foto de perfil nas mídias sociais, tanto para o objetivo de chamar a atenção do mercado de trabalho, como para encetar relacionamentos, que muitas vezes pode servir, mesmo que indiretamente, a fins profissionais.

O que muitos especialistas dizem é que o fato de mostrar sua imagem em um perfil, já significaria uma disposição para correr riscos, uma qualidade imprescindível para quem pretende ingressar nesse tão acirrado e disputado mercado de trabalho.

Portanto, ao utilizar-se de um esquema profissional que possa valorizar as suas características pessoais, já estará largando na frente do ponto de vista profissional.

5- Causar Empatia

De acordo com o Michaelis, empatia significa: “projeção imaginária ou mental de um estado subjetivo, quer afetivo, quer cognitivo […]”. Na psicanálise, estado de espírito no qual uma pessoa se identifica com outra, presumindo sentir o que está sentindo.

Significa dizer que, a importância de uma foto de perfil, seja ela em redes sociais ou em outros meios, pode ocasionar uma identificação entre o observador e o observado, algo que não acontece através do que se vê escrito numa descrição.

Causar ou não, de imediato, uma empatia a quem visualiza a foto, pode, portanto, ser uma vantagem a mais de um candidato ao mercado de trabalho.

   6. É um fator de humanização

Já é sabido como o fator de humanização em qualquer representação, inclusive numa foto de perfil em mídias sociais, configura-se como uma arma eficientíssima quando o assunto é atrair a atenção de outro ser humano.

Uma foto humanizada traz uma ideia de proximidade entre ambos, uma sensação de que ambas as necessidades possam ser atendidas, que nasce ali uma cumplicidade que, para fins de mercado de trabalho, pode identificar a atuação de um indivíduo envolvido em situações que só um ser humano pode enfrentar.

Essa seria, sem dúvida, uma das importâncias das fotos de perfil em mídias sociais: caracterizar uma relação de humano para humano.

     7 – Transmitir autoconfiança

A importância de uma foto de perfil, se adequadamente trabalhada por profissionais especializados no chamado Marketing Pessoal, pode ser imensurável, na medida em que revela no profissional, de imediato, as características que uma determinada organização necessita.

Isso é feito através de um trabalho de postura, colocação adequada do olhar, posição da cabeça e dos ombros, e tudo o mais que transmita autoconfiança e vontade de utilizá-la na instituição ou no mercado de trabalho como um todo.

É importante salientar que autoconfiança nada tem a ver com beleza e, sim, com a postura e o olhar do indivíduo durante o registro fotográfico.

 

 

      8 – Atingir mecanismos cerebrais

Pesquisas científicas bastante respeitadas garantem que o tempo que uma pessoa precisa para gostar ou não de uma determinada imagem não ultrapassa 1/10 de segundo.

Isso significa dizer que, esse é o tempo que uma imagem tem para agradar determinado indivíduo sob pena de que, este, resolva passar à frente em suas buscas e esquecer definitivamente a sua foto vista a pouco tempo em uma determinada mídia social.

Essas técnicas já são bastante utilizadas no mercado de trabalho e em vários ramos da atividade humana, como: no cinema, televisão, propaganda, etc.; ao fazerem com que o indivíduo fique exposto a determinada imagem por fração de segundos, que, segundo eles, seria o suficiente para que aquela imagem fique impregnada no cérebro humano.

Logo, se a foto de um perfil em mídia social, é elaborada de forma a impressionar à primeira vista, sairá na frente na concorrência pela visualização.

      9 – Ela diz muito sobre quem você é

Uma foto de perfil, seja ela para mídia social com o intuito de desenvolver relacionamentos ou para marcar presença no mercado de trabalho, pode ser responsável por revelar entre 80% e 90% de quem você é. Quando esta foto é trabalhada por especialistas em valorização pessoal, por exemplo, as chances das suas melhores características serem utilizadas positivamente são muito maiores.

Pode parecer um exagero, mas o que diz muitos especialistas é que a ausência de uma foto no perfil de uma rede social pode significar timidez ou algo a esconder ou até mesmo desinteresse pela vaga.

       10 – Causar boa impressão

Esse tópico tem mais a ver com as fotos que são trabalhadas por profissionais em fotografia que se dedicam em valorizar as características próprias de cada indivíduo, buscando essas características e superdimensionando-as, para que o resultado tenha naturalidade e ao mesmo tempo um toque artístico.

Cabelos socialmente arrumados, uma inclinação estratégica da cabeça, um melhor lado facial; além de maquiagem, cabeleireiro, stylist, e outra gama de profissionais, podem proporcionar uma excelente boa impressão, confirmando, portanto, a importância de uma foto de perfil nas redes sociais visando o mercado de trabalho.

        11 – Causar fidelidade

Uma foto de perfil postada por um bom tempo nas mídia social tem o poder de causar o hábito nas pessoas. De tantas vezes que a verá exposta ali, ela se transformará numa espécie de marca personal, com caráter de familiaridade e confiança.

De tanto que uma imagem é exposta ela acaba fazendo parte de um contexto e confundindo-se com o espaço de uma mídia social. Entra aí a curiosidade devido à insistência na divulgação e a vantagem em relação a outros perfis que estão sempre aparecendo e desaparecendo enquanto você continua firme.

        12 – Demonstrar conhecimento tecnológico

Mesmo que não seja esse o motivo, o não postar uma foto de perfil numa mídia social, por exemplo, pode passar a impressão de uma inabilidade com recursos tecnológicos. Cada vez mais o domínio desses recursos, existentes na atualidade, é um diferencial a mais para quem pleiteia um espaço no tão disputado mercado de trabalho.

Podendo ser, portanto, enquadrado como uma das características de quem utiliza de fotos de perfil, principalmente, quando o objetivo é profissional. Devendo, portanto, demonstrar sua habilidade com os mais diversos recursos tecnológicos oferecidos pela informática que, aos olhos do empregador, serão habilidosamente utilizados na empresa.

 

 

      13 – Inspirar confiança

Para esse tópico é fundamental a participação dos profissionais em fotografia que tratam de produzir fotos de perfis para mídia social, como: Linkedin, Facebook, Instagram, entre outros.

Esses profissionais utilizam técnicas que podem fazer uma pessoa comum aparecer na foto de forma mais descontraída e inspiradora de confiança. Eles utilizam técnicas que posicionam adequadamente os ombros e o rosto, que devem ser fotografados harmoniosamente.

Para uma expressão de autoconfiança, geralmente, recomendam olhar diretamente para a câmera fotográfica, juntamente com um sorriso que mostre os dentes; tudo isso em um fundo branco, que, dessa forma, não ofusque a imagem principal.

     14 –  Deve ser visto para ser lembrado!

Frase geralmente atribuída ao filósofo e matemático francês René Descartes (1596-1650), que sabia do poder da fixação mental da imagem, que a qualquer momento poderia ser acessada quando uma necessidade surgisse, desde que já houvesse sido visualizada em algum momento.

Uma situação poderia ser identificada com determinada pessoa, desde que, esta, já tenha sido vista algumas vezes, e que se enquadrasse como uma possível solução para um problema.

De tanto que a sua foto de perfil é vista em uma mídia social, por exemplo, pode-se criar uma relação entre aquele indivíduo, mesmo desconhecido, com uma necessidade para a vida ou até mesmo para uma determinada empresa.

      15 – Demonstrar profissionalismo

Isso porque o domínio dos recursos tecnológicos, associado com o cuidado de criar um perfil consistente, mostra que determinado indivíduo pode transmitir esse tipo de cuidado para a própria empresa. Se, além disso, mantém seu perfil atualizado, uma foto profissional, e constantes alterações curriculares, poderá ganhar pontos a mais por quem busca profissionais ágeis e participativos.

A importância de uma foto de perfil em uma mídia social é a de que o mercado de trabalho nos dias atuais está cada vez mais concorrido, as qualificações se equivalem e, portanto, na hora de escolher, muitas vezes, a imagem inicial torna-se, para o bem ou para o mal, um importante fator de seleção.

Fonte Nizar Escandar

Um comentário em “Blog

  1. Muito muito bom o conteúdo do seu Blog quanto mais leio mais admiro o seu trabalho. Parabéns por ser tão talentosa e fazer parte de minha vida querida .Cada dificuldade tem sido um combustível na sua vida e na sua caminhada profissional continue sua caminhada com esse olhar . Bjs.👄 Moury. Alguém que quando te viu pela primeira vez já percebeu sua sensibilidade.

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